Nossa Crítica
Harriet desempenha seu papel de filme biográfico com certa destreza. A história real da americana Harriet Tubman é contada de forma certeira, porém sem nenhum diferencial claro. Segue o mesmo rumo de obras do gênero e recorre a conflitos clássicos deste tipo de ambientação histórica.
Harriet é uma mulher negra ex-escravizada que consegue escapar de seus senhores sozinha e após conseguir sua liberdade começa a resgatar pessoas escravizadas do sul dos Estados Unidos no século XIX. A jornada de Harriet é exposta aqui com certo apelo religioso e com uma narrativa que transforma aos poucos a protagonista em uma heroína. Esse posto pode ser explicado na realidade pela sua bravura e seu protagonismo histórico marcante. Mesmo correndo risco de ser pega, Harriet nunca desiste de salvar o máximo de pessoas possível. O filme deixa isso claro e nos mostra uma protagonista teimosa e até mesmo, algumas vezes, consegue deixar-nos com uma grande apreensão pelo seu destino. Algumas sequências são bem coordenadas para nos deixar na ponta da cadeira enquanto outras nos apresentam o básico para não tirarmos o olho da tela. Assim, o longa consegue nos contar uma história comovente e forte mesmo com meios básicos para isso.
Harriet consegue alcançar seu objetivo de expor a história dessa personagem real de maneira minimamente decente e digna e me deixou em alguns momentos emocionado, seja pelo contexto revoltante da escravidão, seja pela direção de algumas cenas fortes e marcantes. Enfim, Harriet é um bom filme histórico sem perder momentos de ação e com uma mínima exposição de um momento cruel da história americana e de toda a humanidade.
Harriet é uma mulher negra ex-escravizada que consegue escapar de seus senhores sozinha e após conseguir sua liberdade começa a resgatar pessoas escravizadas do sul dos Estados Unidos no século XIX. A jornada de Harriet é exposta aqui com certo apelo religioso e com uma narrativa que transforma aos poucos a protagonista em uma heroína. Esse posto pode ser explicado na realidade pela sua bravura e seu protagonismo histórico marcante. Mesmo correndo risco de ser pega, Harriet nunca desiste de salvar o máximo de pessoas possível. O filme deixa isso claro e nos mostra uma protagonista teimosa e até mesmo, algumas vezes, consegue deixar-nos com uma grande apreensão pelo seu destino. Algumas sequências são bem coordenadas para nos deixar na ponta da cadeira enquanto outras nos apresentam o básico para não tirarmos o olho da tela. Assim, o longa consegue nos contar uma história comovente e forte mesmo com meios básicos para isso.
Harriet consegue alcançar seu objetivo de expor a história dessa personagem real de maneira minimamente decente e digna e me deixou em alguns momentos emocionado, seja pelo contexto revoltante da escravidão, seja pela direção de algumas cenas fortes e marcantes. Enfim, Harriet é um bom filme histórico sem perder momentos de ação e com uma mínima exposição de um momento cruel da história americana e de toda a humanidade.
Nota
2.5
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